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Dear Dear...

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    Não sei exatamente como começar essa carta, mas tenho plena consciência de que provavelmente vai acabar virando um fluxo livre de pensamentos, e eu não pretendo revisar absolutamente nada (pra me manter na confusão do dia a dia), então vamos lá.
    Eu acredito que, no presente momento, faça cerca de 5 anos que nos conhecemos. Eu costumo atribuir a data a algum lugar perdido entre o final de 2012 e o início de 2013. Não que isso importe tanto assim, mas é um bom começo.
    Em outros lugares desse blog, estarão diversas referências a respeito da nossa relação e amizade como um todo, então aqui vou me ater ao básico.
    Eu te amo. Amo a nossa amizade, as nossas conversas, a nossa cumplicidade, a nossa simplicidade complicada, as narrações do dia a dia, a compreensão mútua, o suporte incondicional, o respeito divertido, as ameaças carinhosas - e as nem tão carinhosas assim -, o ciúme (claramente) saudável, as lembranças veladas, os crushes compartilhados, os shipps estimulados, as conquistas mundiais, as referências e cada mínimo momento.
    Acima de tudo, no entanto, eu amo a pessoa que você é. Eu amo a complexidade de sentimentos que você apresenta, amo todas as dualidades, os momentos de aberturas, os de introspecções, os de adivinhações e os de suposições. Eu amo sua autenticidade, sua coragem, seu apego aos seus princípios, seu senso aprimorado de auto-preservação. Eu amo seu ativismo político, sua altivez (que, por vezes, deveria ser maior que é de fato), sua ortografia (muito importante), seu gosto musical e a forma como você não se importa de concordar em discordar. Amo até os teus vícios prejudiciais e potencialmente mortíferos. Amo-te e admiro-te. Admiro tudo que foi dito anteriormente (menos os vícios), mas, principalmente, o seu surpreendente bom gosto para amigos e dears - porque estava sendo muito altruísta até então. Permita-me ser um pouco narcisista - tal como no dia a dia - e deixe-me falar de mim.
    Eu, com astro-rei e satélite-natural em escorpião e com ascendente em câncer. Quase sempre toda errada, por vezes super certa. Viciada em cafeína, em arte, em cultivar frescuras e em manter seus amores por perto. Mais que tudo, grata. Grata por ter tido a verdadeira honra - e isso será dito pouquíssimas vezes, porque tenho medo que seu ego exploda - de poder te acompanhar nos últimos anos e de ter tido a oportunidade de cativar alguém como você e de conquistar (espero eu) tua confiança. Grata de poder compartilhar tantas doses de vida com alguém que outrora eu nem conhecia e hoje nem consigo me imaginar sem. Grata por ser a melhor namorada de mentira que você terá, aos olhos da Isa, por toda sua vida. E por ter inteligência o suficiente pra saber o quanto você vale a pena.
    Você tende a me agradecer, eventualmente, por trabalhar na manutenção da nossa amizade, mesmo que, por vezes, seja preciso uma certa unilateralidade. O que você não entende - e eu sinto muito se tiver sido eu que nunca deixei claro - é que não é nada além de puro egoísmo. Eu corro atrás, e pretendo continuar pelo tempo que me for permitido, mas apenas porque vale a pena. Apenas porque eu tive a sorte de identificar logo de cara o quão sensacional você é como pessoa e o quanto eu queria tê-lo na minha vida. E não estou falando isso para encher sua bola, nem nada do gênero - vai por mim, é o tipo de coisa que eu só faço por professorx, e olhe lá! -, mas porque eu sei que, de vez em quando, bate uma bad de autodeterioração e do questionamento do seu valor próprio - eventualmente, tem um crush na equação, até - e, nessas horas, eu gostaria que você conseguisse se ver exatamente da forma como eu te vejo. Garanto, de papel passado, que nunca mais se repetiria. Eu poderia até colher depoimentos perdidos entre meus amigos presenciais sobre o quanto sou orgulhosa de ser sua amiga, eventualmente, mas não vou correr o risco de sentir ciúmes de novo.
    Por agora, acabo aqui. Talvez escreva mais outro dia. Feliz aniversário, feliz 17 anos - de novo e para sempre.
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    Antecedentes:
    - "Nada de livros, mãe"
    - "Mãe, compra pra mim o último livro daquela saga cujos primeiros livros eu ainda nem li :)"
    - "EU AMO ISSO! #TEAMEDWARD"
    - "Olha, uma coisa chamada fanfic de um casal chamado Robsten - Oh meu Deus, é uma história com meus atores favoritos!"
    - "Nossa, vou escrever um comentário e ler outras fanfics (...) Meu Deus, eu tenho amigos virtuais! Meus pais nunca saberão, eu sou muito rebelde."


    Na Bienal do Livro de Pernambuco de 2011, uma jovem aprendiz de leitora vai em busca de livros que pudessem satisfazer seu desejo de continuar fazendo-se presente na realidade sobrenatural dos romances fictícios. Apesar da pouca idade, é abordada por uma vendedora que oferece-lhe um exemplar de uma saga que viria a ser responsável por diversas situações posteriores. Como se "Amante Consagrado" não fosse indicativo o suficiente, comprou o livro, garantindo ao seu pai que amante é apenas aquele-que-ama - o que é verdade, ainda que esse amor seja demonstrado de forma tão carnal e visceral com o passar das páginas. Chocada pela realidade gráfica, a inocente e ingênua menina desiste temporariamente daquela leitura, vindo a recuperá-la alguns meses depois e se apaixonando, em partes.
    Algum tempo depois, essa jovem leitora vaga pelo seu Twitter a procura de ocupação pra sua vida. E eis que acha, coincidentemente, em sua timeline, uma menina que ela nem sabia que existia - quanto mais que a seguia! O melhor de tudo é que, no tweet, a desconhecida criatura falava sobre Zsadist, um dos irmãos. Ela nunca tinha conhecido ninguém que conhecesse a Irmandade antes, então não podia perder essa oportunidade. Três letras, cinco caracteres: "IAN <3" e o início de uma outra fase da história que me traz até aqui.
    Tweets trocados, empolgação constante, skypes trocados, conversas incansáveis, trocas de experiências, amizades, apoio à comunidade LGBT, carinho e um "Bruh, você gosta de GoT?". Na época, a jovem aprendiz de leitora era jovem viciada em séries, intoxicada pelo próprio dia a dia. "Claro que gosto, pena que está em hiatus."
    "Nesse caso, tenho um grupo pra te apresentar." Troca de números, whatsapp, mais conversas, grupo intimidador. Pessoas desconhecidas, porém muito legais, a grande maioria bastante aberta e de fácil assunto, mas relativamente fechados no seu próprio grupo pré-existente. E, então, um garoto. Conversador, animado, simpático, safado, doce, carinhoso, acolhedor, extrovertido, consciente, digno de admiração - um futuro melhor amigo cis-homo em potencial. Até que veio "o outro".
    Mantinha-se ausente em boa parte das conversas, parecia gentil, mas não necessariamente acolhedor, introvertido, parecia ter certos problemas de confiança e - mano! - se preocupava com a quantidade de sódio presente no miojo. "Você não tem medo de ter pressão alta, Bruh?": Quem. Pergunta. Isso. ?.
    Grupo broxado. Conversas privadas, dias de vácuo. Ele costumava elogiá-la e agradecê-la por ser tão compreensiva com suas demoras e ausências, dizia que ela era "muito boa/fofa", ainda que vá negar para sempre. Ele não sabia, na época, que ela era uma louca meio obsessiva, meio compulsiva, excessivamente carente, levemente egoísta, potencialmente ciumenta, principalmente possessiva, absurdamente tagarela e, de vez em quando, bem chata. Sobre isso, ela alertava abertamente, ele que não acreditava. Desculpava-se por seu excesso de conversa, recebia um "Não tem problema" que, na época, não a convencia. Foi aí que veio o primeiro de tantos acordos: "Tudo bem você tagarelar, até me deixa mais confortável para falar muito também, sem achar que incomodo" - ou outras palavras, anyway. É assim até hoje, quase.
    Ela vivia em uma fase crescente de amor à vida e a tudo que gritava vida. Falava sobre amores que valiam a pena, sobre perdão, sobre os prós de se sofrer por amor. Sobre valorização, sobre felicidade, sobre evolução perante crises e crises perante evoluções. E ele nunca saberá o quão alegre a fazia a cada conversa - sem muitas abreviações, com conversas livres, dotados de trocadilhos inteligentes (ou não) e com quase nenhum erro ortográfico - e o quão feliz ela é por ter tido a oportunidade de tê-lo em sua vida.
    Admoestar, do latim admonestare: ¹Censurar alguém a partir da observação de seu comportamento, sua maneira de pensar ou por uma falha cometida por esta pessoa etc; repreender. ²Aconselhar alguém quanto à sua maneira de proceder, para que a corrija de alguma forma; advertir, avisar, prevenir. ³Repreender branda e benevolamente (denunciando o mal feito e encarecendo o bem a fazer). - DONE!
    Adoestar: Essa palavra nem existe, cara. Não sei porque ela está tão presente e importante no meu coração até hoje - talvez haja uma ou duas pessoas que entenderiam.
    Admoestadora: Não conheço nenhuma, mas já dei uns pitacos.
    E o resto é história.

    ... To be continued.
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    Notinhas iniciais²: Tal como prometido, chega de romantismo e amorzinho. 
    Só os clássicos, dispensa legenda/explicação. Não há o que falar, só sentir - preferencialmente, talvez, de fone. 
    E tu tá tão, tão...
















    E agora, enquanto não me lembro de outros, vamos aos das antigas:












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    Notinhas iniciais: A maior parte das músicas que serão citadas foram feitas 
    com um significado totalmente diferente do que eu estou tentando passar, 
    porque o mundo só é acostumado a amar se for passional/sexual 
    (não que eu não vá chegar nessa parte, anyway), 
    então adapta tua mente como se tivesse fazendo Enem com os NanoKids.


    Sobre "Dois querer", já disse uma mocinha genial: Dear/Zear/O-outro, além dos dois querer, meu querer no momento é pegar um avião pra São Paulo e te dar um abraço real bem apertado, só pra assegurar que eu mudaria por causa de outro querer, se valesse a pena tanto quanto você vale - em contrapartida, o mais importante de tudo é que não é preciso mudar, anyway. E sobre a palavra... Liga os olhos, liga aceno, liga adeus, liga "Bom dears", liga dias bons, liga corações, liga minha casa na tua (mesmo que em Jaguariúna), mas liga, principalmente, meu miojo com seu fósforo <3

    Sobre "About Sophie", quero dividir os papeis com você. O papel de Sophia e o eu lírico. Faz parte de um álbum de Keaton Henson chamado Dear - apropriado, não? Também achei. Gostaria que lesse a letra e a traduzisse, é bastante especial. Eu reconheço que ficarás comigo até o fim, e isso significa mais que eu demonstro.

    Sobre "Dear Dear", o que dizer do título - único motivo pelo qual selecionei ela, creio eu? É uma música que dá nome ao album de 54-40, uma banda dos anos 90, e é muito longa - você pode pular uma parte, ela fica repetitiva. De qualquer forma, Dear, o que você teme?

    Sobre "Tu", acho até um tanto quanto óbvio. Por tantas conversas raras e boas, desejo que decida bater asas e, de vez em quando, leva-me contigo pra passear - eu juro, afeto e paz não vão te faltar.

    Sobre "Dengo", também é bem óbvio - exceto a parte do café da manhã, isso daí é bom você. Ô dengo, me fala tudo sobre o mundo que eu não consigo debater. Me apresenta tuas opiniões e deixa eu lhe convencer que tu é o ser mais bonito que eu tive a sorte de conhecer. É só não ir.

    Sobre "Sutilmente", essa fica entre pedido e promessa. Prometo me afastar quando estiveres louco se prometeres disfarçar quando eu estiver boba (porém aceito bobeiras compartilhadas também). E, quando eu estiver morta, suplico que não me mate dentro de ti.

    Sobre "Stand by me", é uma promessa, just as long as you stand by me (com direito a letra no próprio vídeo, só pra me poupar de pôr link azulzinho).

    Sobre "Felicidade", todo mundo já conhece, todo mundo já vive. A intenção aqui é apenas repassar o que eu sempre direi ao vivo quando tiver oportunidade: Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar. Nessa hora, fique firme, pois tudo isso logo vai passar. E felicidade é só questão de ser.

    Sobre "A idade do céu", segue a linha de Felicidade. São músicas que me fazem feliz quando me sinto ausente. Nesse caso, calma! Tudo está em calma. Deixe que o beijo dure, deixe que o tempo cure, deixe que a alma tenha a mesma idade que a idade do céu (ou la edad del cielo).

    Sobre "Capim-limão", não tem nem o que dizer, não é mesmo? Declaro, agora, que tu és o capim-limão do meu brigadeiro - mesmo que não tenha provado -, mas permanece verdinho mesmo com o passar dos dias, sem perder a majestade.

    Sobre "Millionaires", expectativa vs realidade, né mores? Porém, na verdade, é claramente nossa vida: Andando por essas ruas como se estivessem pavimentadas com ouro. Eu mesma. Ah, e, por favor, sempre invente mais desculpas pra não ir.

    Sobre "Captain Crash and the Beauty queen from mars", o que dizer de Bon Jovi? Sim, eu lembro dos nossos momentos (tardiamente, mas lembro). Vou deixar "Always" pro meu futuro e digníssimo cunhado. Escolhi essa música só pela parte do Bonnie and Clyde, porque somos invencíveis juntos, mas também podemos ser trágicos.

    Sobre "Thirty lives", é um grande adeus pra Bon Jovi e um olá pra Imagine Dragons. Só quero apontar que só escolhi pro caso da letra se encaixar um dia - pro caso de um dia 'fazer um tempo que não nos falamos', good morning, my love.

    Sobre "Warmth", olá, Bastille. Por todos os momentos em que o mundo estiver fodido demais e você se sentir impotente, pode  vir até minha porta e eu farei o meu melhor pra lhe segurar nesse mundo selvagem - não que o contrário não seja sempre mais verdadeiro, não é mesmo?

    Sobre "Lá vou eu/Pé na estrada", NOSSO FILME, NOSSA CENA. Quero lembrar que, antes, o Coda insiste pra contar uma história que o Kenai não quer ouvir - familiar, não? Então eu vou cantar: O PÉ NA ESTRADA EU VOU BOTAR (...)



    Sobre "Cafuné", ouvi pela primeira vez às 22:20 de ontem/hoje (04/09) e, até a parte em que ele romantiza, é algo que eu gostaria de dizer em determinadas situações da sua vida que tendem a não ser fácil - porque, na verdade, é algo que eu vou passar a ouvir nas minhas próprias. O cafuné ainda é uma promessa, mas considere uma realidade sentimental. E, por favor, perceba que a vida é mais bonita.

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