Porque romance é romance...

agosto 10, 2017

Notinhas iniciais: A maior parte das músicas que serão citadas foram feitas 
com um significado totalmente diferente do que eu estou tentando passar, 
porque o mundo só é acostumado a amar se for passional/sexual 
(não que eu não vá chegar nessa parte, anyway), 
então adapta tua mente como se tivesse fazendo Enem com os NanoKids.


Sobre "Dois querer", já disse uma mocinha genial: Dear/Zear/O-outro, além dos dois querer, meu querer no momento é pegar um avião pra São Paulo e te dar um abraço real bem apertado, só pra assegurar que eu mudaria por causa de outro querer, se valesse a pena tanto quanto você vale - em contrapartida, o mais importante de tudo é que não é preciso mudar, anyway. E sobre a palavra... Liga os olhos, liga aceno, liga adeus, liga "Bom dears", liga dias bons, liga corações, liga minha casa na tua (mesmo que em Jaguariúna), mas liga, principalmente, meu miojo com seu fósforo <3

Sobre "About Sophie", quero dividir os papeis com você. O papel de Sophia e o eu lírico. Faz parte de um álbum de Keaton Henson chamado Dear - apropriado, não? Também achei. Gostaria que lesse a letra e a traduzisse, é bastante especial. Eu reconheço que ficarás comigo até o fim, e isso significa mais que eu demonstro.

Sobre "Dear Dear", o que dizer do título - único motivo pelo qual selecionei ela, creio eu? É uma música que dá nome ao album de 54-40, uma banda dos anos 90, e é muito longa - você pode pular uma parte, ela fica repetitiva. De qualquer forma, Dear, o que você teme?

Sobre "Tu", acho até um tanto quanto óbvio. Por tantas conversas raras e boas, desejo que decida bater asas e, de vez em quando, leva-me contigo pra passear - eu juro, afeto e paz não vão te faltar.

Sobre "Dengo", também é bem óbvio - exceto a parte do café da manhã, isso daí é bom você. Ô dengo, me fala tudo sobre o mundo que eu não consigo debater. Me apresenta tuas opiniões e deixa eu lhe convencer que tu é o ser mais bonito que eu tive a sorte de conhecer. É só não ir.

Sobre "Sutilmente", essa fica entre pedido e promessa. Prometo me afastar quando estiveres louco se prometeres disfarçar quando eu estiver boba (porém aceito bobeiras compartilhadas também). E, quando eu estiver morta, suplico que não me mate dentro de ti.

Sobre "Stand by me", é uma promessa, just as long as you stand by me (com direito a letra no próprio vídeo, só pra me poupar de pôr link azulzinho).

Sobre "Felicidade", todo mundo já conhece, todo mundo já vive. A intenção aqui é apenas repassar o que eu sempre direi ao vivo quando tiver oportunidade: Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar. Nessa hora, fique firme, pois tudo isso logo vai passar. E felicidade é só questão de ser.

Sobre "A idade do céu", segue a linha de Felicidade. São músicas que me fazem feliz quando me sinto ausente. Nesse caso, calma! Tudo está em calma. Deixe que o beijo dure, deixe que o tempo cure, deixe que a alma tenha a mesma idade que a idade do céu (ou la edad del cielo).

Sobre "Capim-limão", não tem nem o que dizer, não é mesmo? Declaro, agora, que tu és o capim-limão do meu brigadeiro - mesmo que não tenha provado -, mas permanece verdinho mesmo com o passar dos dias, sem perder a majestade.

Sobre "Millionaires", expectativa vs realidade, né mores? Porém, na verdade, é claramente nossa vida: Andando por essas ruas como se estivessem pavimentadas com ouro. Eu mesma. Ah, e, por favor, sempre invente mais desculpas pra não ir.

Sobre "Captain Crash and the Beauty queen from mars", o que dizer de Bon Jovi? Sim, eu lembro dos nossos momentos (tardiamente, mas lembro). Vou deixar "Always" pro meu futuro e digníssimo cunhado. Escolhi essa música só pela parte do Bonnie and Clyde, porque somos invencíveis juntos, mas também podemos ser trágicos.

Sobre "Thirty lives", é um grande adeus pra Bon Jovi e um olá pra Imagine Dragons. Só quero apontar que só escolhi pro caso da letra se encaixar um dia - pro caso de um dia 'fazer um tempo que não nos falamos', good morning, my love.

Sobre "Warmth", olá, Bastille. Por todos os momentos em que o mundo estiver fodido demais e você se sentir impotente, pode  vir até minha porta e eu farei o meu melhor pra lhe segurar nesse mundo selvagem - não que o contrário não seja sempre mais verdadeiro, não é mesmo?

Sobre "Lá vou eu/Pé na estrada", NOSSO FILME, NOSSA CENA. Quero lembrar que, antes, o Coda insiste pra contar uma história que o Kenai não quer ouvir - familiar, não? Então eu vou cantar: O PÉ NA ESTRADA EU VOU BOTAR (...)



Sobre "Cafuné", ouvi pela primeira vez às 22:20 de ontem/hoje (04/09) e, até a parte em que ele romantiza, é algo que eu gostaria de dizer em determinadas situações da sua vida que tendem a não ser fácil - porque, na verdade, é algo que eu vou passar a ouvir nas minhas próprias. O cafuné ainda é uma promessa, mas considere uma realidade sentimental. E, por favor, perceba que a vida é mais bonita.

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